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Reinheitsgebot: o nome é difícil, mas as cervejas...

Em 2016, a Reinheitsgebot faz 500 anos. Cinco séculos desde que o duque Guilherme IV da Baviera, em 23 de abril, promulgou a Lei da Pureza da Cerveja, que garantia aos consumidores que o líquido seria produzido apenas com com água, malte de cevada e lúpulo.

Apesar do nome quase impossível de se pronunciar para quem não tem o alemão fluente, a lei valoriza as cervejas que seguem os ingredientes mais primitivos. Em tempos de fruit beers com ingredientes curiosos despertando o interesse dos consumidores, há aqueles que preferem se deliciar com essas clássicas cervejas.

Vale lembrar que não é por terem os mesmos ingredientes que as bebidas se parecem. “As variações de malte e processos produtivos diferentes fazem com que as cervejas não só sejam absolutamente diferentes como também que assumam estilos diversos”, comenta Ulysses Kreutzfeld, um dos diretores da Cervejaria Bier Vila.

Ele separou três rótulos que estão sempre na casa e que seguem essas características:

Bierland Pilsen
O mais clássico dos estilos merece uma excelente cerveja. A Bierland Pilsen é uma cerveja de baixa fermentação, dourada, brilhante, com espuma cremosa e de pouca duração. O aroma remete a cereais e um suave floral de lúpulo, enquanto no sabor se destacam notas de malte, cremosidade e o baixo amargor.

Eisenbahn Dunkel
Seguindo a Lei Alemã da Pureza, a Eisenbahn Dunkel não é escurecida com caramelo ou corantes. Sua cor é proveniente do malte de cevada torrado, o que lhe confere paladar e aroma com notas de torrefação que lembram café.

Schneider Weisse – TAP 7
Elaborada de acordo com a receita original de Georg Schneider, criada em 1872 na cidade de Kelheim, no Estado da Baviera na Alemanha. É diferente das demais cervejas de trigo não somente pela cor, mas principalmente pelo sabor. Elaborada com fermentação superior, esta cerveja tem uma agradável e persistente espuma com boa aderência ao copo.

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